segunda-feira, 2 de março de 2015

Amor é inconstância!


Ei garota, tenha calma. Você ainda passará por muitos momentos dolorosos onde não entenderá o porquê de você aceitar o amor de alguém que é tão diferente, que não te compreende ou por inúmeros outros motivos, mas jamais cogitará a ideia de por fim a relação. Porque no fim das contas você sabe que a resposta é que você ama aquele ser, mesmo com todos os defeitos que ele possui.   
 Ei, não precisa chorar! Isso é bom. É maravilhoso. Significa que você achou seu par perfeito. O homem da sua vida, que não é nem de longe um príncipe encantado, mas que faz seu coração disparar como ninguém. Eu sei que você sente medo porque nunca vai saber se você também é a mulher da vida dele ou se um dia ele se convencerá do contrário, mas amor é coragem. 
 Eu sei que ontem à noite você sofreu as dores desse amor, mas sei também que hoje você acordou o amando ainda mais. É complicado, mas tenho uma má noticia: o amor será sempre assim. 
 O amor é inconstância.
 Agora, você está com um sorriso bobo no rosto e queria estar com ele para cobri-lo de amor e dar a ele a certeza de que você o ama, mas relaxa, ele sabe. Ele já decorou suas manhas. 
 Ele escolheu você também, com todos os seus defeitos e chatices. O quê? Achou que pra ele era fácil? HÁ! Você também não é uma pessoa nada fácil de lidar. 
 Amor é medo! É loucura! 
 Não se preocupa, menina. Na maior parte do tempo o amor é felicidade. E é para sempre. Eternamente. 

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Primeira dança!


Ele me olhou com olhos arregalados e castanhos que diziam: “Eu quero dançar com você!” E eu respondi com olhos tímidos e vergonhosos que diziam: “Vem! Vamos dançar!” Porque embora eu sentisse um medo enorme, ao mesmo tempo queria mergulhar nele e receber todo o amor que ele me prometia.
 Eu não sei bem como aconteceu, quem foi que deu o primeiro passo, mas eu sei que foi enlouquecedor. Uma loucura boa. Sabe? Ele conduziu, eu conduzi. Foi tudo como uma perfeita dança. Sem essa de um precisar mandar mais que o outro, ou comandar a coreografia inteira. Nós demos as mãos e juntos, nos amamos. 
  Achei que não teria fim, ou pior, achei que morreria ali. Mas se eu morresse iria direto para o paraíso. Ele tinha passos apressados e eu senti medo, mas ele me acalmava e sussurrava palavras lindas no meu ouvido. Foi nesse instante que eu percebi que valeu a pena ter esperado tanto tempo. 
 Porque você pode não entender, você já dançou muitas vezes e com vários homens, mas foi a minha primeira dança e foi com o homem da minha vida. Eu não sabia dançar muito bem e ele também não, mas a gente foi se adaptando um ao outro!    
 Já no final da música ele disse que me amava e foi mais verdadeiro do que nunca. Eu dei um grito! Senti uma sensação que nunca havia sentido na vida, parecia que estava em queda livre. Ele me beijou e beijou com muito amor.
 Dançamos mais uma vez. 

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Esse é o meu dom, qual o seu?



 Escrever para mim, sempre foi um dom. Transformar sentimentos em palavras sempre me pareceu tão fácil que eu não conseguia acreditar que nem todos tinham essa facilidade. E eu acredito que Deus não nos dá um dom para não ser usado, para ficar esquecido em um cantinho qualquer da memória. Mas, nos últimos meses é exatamente o que eu venho fazendo, escondendo o meu dom.  
 O motivo? Talvez nem eu mesma saiba, mas venho me comportando de maneira tão diferente do que eu realmente sou que escrever nessa nova fase me pareceria como uma traição a mim mesma. Talvez, eu esteja falando apenas um monte de bobagens e sejam só desculpas de uma garota que não é nada dedicada as coisas que deseja.
 Enfim...
 Redescobri que escrever me liberta, me traz uma paz maravilhosa, e viver esse dom será minha prioridade daqui para frente. 
 Qual o seu desejo? O seu dom, qual é? Você está vivendo isso hoje? 
 Não se deixe enganar por influências negativas ou por seus próprios medos. Não retroceda. Seja cantando, dançando, escrevendo... Não importa o que você faça, só importa que você faça o que ama.
 A hora de mudar é agora! O momento chegou! Se levante e agradeça a Deus por este dia e faça dele o melhor que já viveu até hoje. 

domingo, 2 de novembro de 2014

Os opostos se repelem!

 Vendo você agora levando embora todas as suas coisas, algumas delas que eram nossas e não somente suas, me fez finalmente entender que acabou de verdade. A ficha ainda não tinha caído, sabe? Eu nunca acreditei que o que a gente tinha seria capaz de acabar. Mas acabou. Acabou o amor, a amizade, o respeito e não sobrou nadinha, nada de bom para que ao menos pudéssemos cumprimentar um ao outro em uma esquina ou um bar qualquer.
 Engraçado como o destino ou Deus, sei lá, prega peças na gente. Você ria tantos das minhas amigas por estarem com caras que não dão valor a elas, mas bem ou mal elas estão lá felizes, continuam com as paixões de suas vidas, e o nosso castelo que era tão indestrutível desmoronou com um assopro.
 Talvez eu já devesse saber quer o motivo da nossa inabalável união era nunca ter aparecido nada que pudesse abalar, mas foi só aparecer um primeiro obstáculo para você desistir de tudo. Vai ver é por isso que sempre te achei perfeito, porque você realmente é, e quando surgiu algo para abalar a perfeição você pulou fora.  
 Tudo bem, querido, eu te ajudo a levar as malas pra fora porque eu sempre fui essa confusão sem solução e nunca quis nada ou ninguém que teimasse em tentar me solucionar. Nenhum de nós dois está errado, meu bem, quem errou foi o idiota que disse que os opostos se atraem e a partir de hoje eu faço questão de desmentir. Não to nem aí para Física, porque ao menos no amor: Os opostos se repelem!
 Agora vá de uma vez que eu estou atrasada! Preciso estrear aquele vestido que comprei na semana passada e usar minha boca bem rosa. Se você pensava que eu iria ficar aqui catando caquinhos, te respondo que vai ter que ficar pra depois, pra outra vez, mas hoje não dá. Não tenho tempo. Preciso viver e dançar. A felicidade está na porta me esperando! 

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Sobre você!



 Eu estava aqui pensando em todas as minhas burradas e percebi o quanto você nunca foi uma delas. De tudo e todos que já entraram na minha vida, você foi o único que não abalou as estruturas da minha capacidade de dar amor. Todos sempre me fizeram desmoronar e depois de várias noites mal dormidas, eu precisava reconstruir pedacinho por pedacinho. Mas com você não. Você veio pra fortalecer meu mundo, veio pra somar e colorir tudo.
 Eu quis você desde o primeiro dia. Te quis por uma aventura, uma risada. Depois quis colar em você pra sempre. Talvez eu ainda vá descobrir que você não vale o tanto que eu ofereço aos teus pés, mas eu duvido tanto, e ainda que aconteça eu vou lembrar sempre do meu sorriso ao ver você. Meu melhor sorriso, um que sempre existiu apenas pra você. Porque você é o meu primeiro cara e eu peço tanto a Deus que seja o único. 
 Quando me perguntam sobre você, eu falo tão pouco e reforço a tranca que guarda todas as suas qualidades no meu coração, para que alguém não possa nem sonhar em te roubar de mim. Talvez eu esteja doente, mas eu não posso acordar um dia sem a sensação de que você, querido, é MEU! 
 E mesmo que não deva ser, Será! 

sábado, 18 de outubro de 2014

18 anos + Amizade + Responsabilidades + Primeiro emprego

 Pulando as desculpas pelo sumiço habitual, venho informar que na última segunda-feira (13) foi meu aniversário (EEEEEEH!!) de 18 anos. Maioridade, sua linda! E diferente da maioria das meninas, nunca tive ansiedade de me tornar “adulta”, ~ a não ser para poder entrar nos shows sem problemas ~ mas só agora parei pra perceber que já vivi boa parte da minha vida e que a partir de agora as responsabilidades começam – já começaram – a ser maiores.
  Neste mesmo mês, consegui meu primeiro emprego. Apenas meio período, – já que sou aprendiz – o que é até bom já que não ficarei com menos tempo do que já dedico para o blog. Eis, minha maior responsabilidade atualmente.
 Na semana passada, lendo o depois dos quinze (blog da lindíssima Bruna Vieira), me deparei com um post em que a Bru falava sobre como fazer amigos, o que é um assunto que sempre me chama atenção, já que eu realmente só posso chamar de amigo o meu namorado. É até estranho eu estar escrevendo isso aqui, devido a minha quantidade ainda limitadíssima de leitores, mas “o blog” é uma escapatória para mim, um diário talvez, uma forma de desabafar todas as coisas que me sufocam, mesmo que às vezes sejam através de textos sem nenhuma semelhança com a minha vida real.   
 Enfim...
 De certa forma, todas as blogueiras que eu acompanho acabaram se tornando minhas melhores amigas. E como toda boa amiga, elas me aconselham sempre. A Bru, por exemplo, me fez entender que minha vida está passando, que as coisas estão mudando sempre a minha volta e eu preciso buscar pelas coisas que me fazem bem. Amigos? Virá um dia, se Deus quiser. Mas eu tenho responsabilidades, tenho metas e sonhos que preciso conquistar e as coisas não se materializam do nada. Eu preciso lutar por elas.
 Então, vamos brindar à vida, as responsabilidades, aos meus 18 anos e finalmente... A Bruna pelos conselhos indiretos de todos os dias.

 Viver é uma arte! 

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

EU MATEI EDUARDO!

Eduardo era músico, tinha 17 anos, era fã de Engenheiros do Hawaii, U2 e Nirvana, assim como eu. Eduardo era lindo, moreno, 1 metro e 80 de altura e dreads no cabelo. Eduardo me encantou, encheu meu mundo de cor, de amor e de poesia. Ele me fazia escrever todo dia. Eduardo dizia que eu era a garota mais linda que ele já viu, me beijava, me amava, me chamava de sua. Ahhhh, Eduardo!
Eduardo me jogava na cama, fazia amor comigo a noite toda e depois cantava uma canção do Caetano pra me fazer sorrir. Ele gostava de praia e me levava todo final de semana, mesmo eu não gostando tanto assim. Eduardo me ensinou a nadar, falava coisas bonitas sobre o céu e o mar. Eduardo era incrível!
Eduardo sabia fazer de tudo e eu me sentia como se não soubesse fazer nada. A única coisa que Eduardo não sabia era transformar sentimento em poesia e isso eu sempre soube muito bem. E ele me lia. Ahhhh como me lia... Ele me lia de cima a baixo, de ponta cabeça, na ponta dos pés. Eduardo me amava!
Eduardo me presenteava todo mês na mesma data, a data do nosso namoro, e junto do presente sempre havia uma rosa vermelha e um cartão. Ele causava inveja a muito gente. Todos os caras detestavam Eduardo e todas as garotas queriam ter seu coração. Ele me dizia sempre que nenhuma delas jamais o levaria de mim. Prometia ser pra sempre meu e me beijava, beijava... Ahhh, como beijava!

Até que um dia Eduardo foi. Foi embora! E levou junto meu coração. Foi sem dizer adeus. Eduardo me traiu da pior maneira possível, não por causa da fulaninha com quem ele foi, mas por culpa do Eduardo eu passei muito tempo sem ouvir minhas bandas favoritas, sem ouvir a voz do Caetano cantando aquela canção. Eu passei a odiar rosas vermelhas e pessoas que dão cartões. Eduardo foi cruel! Fiquei muito tempo sem escrever sobre o amor e ia à praia todo dia pra ver se eu o encontrava e o afogava e matava de vez esse amor. Foi tanto ódio que eu achei que eu é quem morreria, mas um dia passou. Tudo passou! Eu matei Eduardo!

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Quem sabe, assim...

 Eu te conheci numa quarta feira qualquer e desde então as quartas se tornaram meus dias preferidos. Você gostando de rock e eu de música alternativa, embora na época eu ainda estivesse um pouco perdida no quesito música. Você tocando violão e eu transformando sentimentos em palavras.
Eu esperava  quase um conto de fadas, afinal você foi o primeiro na minha vida e ainda é. As nossas diferenças, tantas, começaram a gritar na minha cabeça e eu não sei bem quando foi, mas elas estão me enlouquecendo. Vai ver é por eu ser de libra e querer romantizar tudo, mas a essa altura você já me conhece o suficiente pra saber que eu não acredito em horóscopos. A essa altura você já deve saber que eu só to tentando encontrar um jeito de parar de enlouquecer.
Eu poderia enumerar cem motivos pra te odiar e mil pra te amar. E é metida nessa confusão que eu já aprendi que sou como aquela frase que diz que  às vezes te odeio por quase um segundo e depois te amo mais.
 Eu pensei seriamente em te deixar e te livrar dessa confusão sem solução que eu sou, mas, meu bem, eu sou egoísta e por pensar assim vou te fazer ficar preso a mim pra sempre, só pro meu prazer.    
 Eu te digo sempre que amor é sacrifício e eu estou disposta a me sacrificar o resto da vida por você.  Quem sabe, assim, sendo tão ao contrário de você e você sendo tão o oposto de mim, a gente possa aprender a ser feliz, meu bem.
Quem sabe assim, eu acorde todos os dias te escolhendo e você todos os dias pensando em mim.

Quem sabe, assim...   

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Não estou pronta!

 Não! Não faz as malas outra vez. Volta! Eu fico quietinha.  Me faço de muda e de morta. Mas volta! Não inventa de sair por essa porta outra vez porque se você sair meu coração vai junto. E depois você volta pra tentar recolher alguma coisa. Nós dois sabemos que você sempre volta e eu sempre deixo você entrar. Eu posso beijar o chão que você pisa mil vezes se isso vai fazer você ficar, então fica.  E eu vou pra cozinha agora te preparar um café.
 Dane-se! Que você fique por pena de mim então, eu não me importo. Eu prometo que a partir de agora serei sua empregada, sua escrava, o que quiser. Farei todo final de semana sua comida preferida, farei na cama o que ordenar. Só não me deixe, querido. Não me deixe não ser ninguém na sua vida!
 Eu ajoelho, eu grito e imploro se for preciso. Não, ninguém entende e nem mesmo você consegue entender o quanto eu ainda preciso disso. Eu desejo você como se a paz no mundo necessitasse disso e eu não posso abrir mão da paz do mundo. Você também não pode, querido!
 Não corra o risco.
 Volta pra casa e deixa que eu desfaça suas malas. Eu não me importo se você vai sair de madrugada escondido para encontrar com sua amante. Eu sei. Eu já sabia a muito tempo. Mas volta! Não esquece, por favor, de voltar. Eu preciso do seu sorriso pra encher meus domingos. Preciso das migalhas de amor que você arremessa.
 Eu sei que eu vou me recuperar dessa loucura de amar você. Mas eu ainda não to pronta, querido. Eu ainda não posso abrir mão de ser escrava do meu coração e escrava do que você quiser.

 Volta! Eu ainda não to pronta. Me dê só mais uns anos pra me acostumar.    

sábado, 2 de agosto de 2014

Desabafos sobre um sábado a noite!

Eu to querendo emoção, sabe? Quero sair pra dançar sem me preocupar se um cara (ou uma mina) vai passar apertando minha bunda. Será que é pedir demais por um programa cool para um sábado à noite? Será, Deus? Pensar em boates lotadas e corpos suados me dá náuseas. Corpos suados só na minha cama. Não quando meu namorado está numa pior que eu, trabalhando. Logo hoje? Emoção, cadê?
  Eu to querendo ter com quem sair, me divertir e beber. Porque pra aturar esse porre de colegas chatos e gente babaca, só bebendo. Só um porre! Quero conhecer gente bacana, com bom papo e bom gosto musical. E meu gosto musical é tão expansivo. Mas tá difícil, Deus.
  Quem diz que juventude é festas e bebidas todo final de semana está muito enganado. Pelo menos em relação a mim. Um porre! Eu quero um porre! Quero um barzinho legal como o do sábado passado. Raridade! Quero sexo, fazer coisas erradas. Muito erradas. Quero viagens. Quero mentiras. Contar. Dizer. Mentiras. Quero um porre! Preciso de um porre!
  Ahhh Deus, eu quero parar de mentir. Quero estar em uma livraria e ainda sim conhecer alguém legal. E esse alguém não achar que eu to querendo algo mais sério que uma amizade. Eu quero um amigo. Quero não passar sábados em frente ao computador escrevendo um texto novo. Ahhh Deus, você sabe como eu gosto de escrever, mas eu preciso viver.
  Ai, eu quero viver a minha vida. E não a dos meus personagens, sabe? Ahhh Deus, eu quero um café. Preciso de um café!